“Eu já tive vontade de colocar o pé na estrada. Assim, meio sem rumo. Tirar as coisas do guarda-roupa, colocar de qualquer jeito dentro da mala e ir. Sem destino, sem hora para voltar.
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Clarissa Corrêa. (via reajustei)
Confessa: Ultimamente no banho você pensa mais do que canta.
“Ah, o abraço…
Tem coisa melhor do que encostar a cabeça no peito e ficar ouvindo o coração de quem a gente ama batendo?
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Restos de um naufrágio. (via evidence-s)
“Há catástrofes mais solenes, há situações mais patéticas; mas naquela ocasião parecia-me que todas as dores do mundo se tinham convergido para meu coração.
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Machado de Assis (via desaguas)
“Não meu bem, eu não quero um novo amor, mas queria alguém pra arrumar a bagunça que você deixou.
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Soulstripper. (via afterbye)
“Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes. Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer: E daí? Eu adoro voar.
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Clarice Lispector. (via casebre)
“O precipício que há embaixo dos meus pés calejados não me deixa saídas para fugir das ideias depreciativas, não consigo deixar de ser um ignóbil, pois não posso dar um passo para o lado sem correr o risco de cair no abismo. A sublimação dos corpos ainda não chegou até mim. O vazio percorre minha alma e a invade de tal forma quase sufocante. As palavras já não saem mais dos meus lábios talvez por medo ou talvez por pura insegurança. Minha voz emudece enquanto as lembranças de um passado tenebroso já se tornam algo rotineiro pelo qual temerei pelo resto de minha vida; tenho medo de não conseguir ir além do abismo. Quero fugir da minha sina cruel, mas não tenho forças nem coragem suficiente para dissecar minha fraqueza. O neologismo sempre me causou pânico, não tenho nada para perder, mas, como posso apagar essa mente suicida pela qual vem me atormentando? Como posso ter certeza de que toda essa aflição não passa de uma mera fase na vida de uma menina que mal sabe o que se é viver de verdade? Já não consigo mais expressar meus sentimentos, já não sou a mesma de antes. Toda essa agonia de não ser ninguém na vida acaba sufocando, estou trancada em um mundo escuro onde não entra nenhuma fresta de esperança. Preciso sair, ver o mundo, tão cedo já deixei de lutar e dei minha vida como perdida. O que me resta a não ser chorar pela minha derrota? Talvez, algum dia, levantar-me do chão e escalar as paredes do mais fundo buraco até encontrar a saída para a felicidade.
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Floreja, acompanhada de Aclame. (via shadow-y)